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domingo, 31 de janeiro de 2010

A Noite de Natal


Finalmente está terminado o filme com o trabalho realizado a partir da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen, "A Noite de Natal". Espero que gostem!



segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Menina do Mar (mais um acróstico)


O Rui redigiu este acróstico:


Ao brincar na areia um rapazinho ouviu risos. Era a

Menina do Mar.
Ela estava
Numa poça de água.
Irradiando alegria, ela estava,
Naquela manhã, a brincar com os seus
Amigos.

De repente, apareceu
O rapazinho que

Mal a ouviu se
Apaixonou pelo seu
Riso.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A Menina do Mar (mais um acróstico)

Leia, agora, o acróstico que o Joel escreveu sobre "A Menina do Mar".

Atraente


Muito divertida

Engraçada

Nada bem

Inteligente

Notável

Amorosa


Doce

Óptima dançarina


Muito

Amiga do

Rapaz

domingo, 15 de novembro de 2009

A Menina do Mar


O João Castanheira escreveu um belo acróstico sobre "A Menina do Mar". Ora digam lá se não é verdade!


A história fala de um


Menino que vivia numa casa branca com sete janelas

E um bonito jardim. Ficava voltada para o mar,

Num grande rochedo. Ele

Ia quase todos os dias à praia.

Num dos passeios, ouviu gargalhadas e foi espreitar. Viu

A menina, um polvo, um peixe e um caranguejo que estavam a brincar.


De seguida,

O menino decidiu intervir e pegou na


Menina. O polvo o caranguejo e o peixe começaram

A chorar e tentaram defender a menina. Depois de tudo esclarecido,

Riram à gargalhada, a brincar!

A Menina do Mar

O Bruno Silva escreveu este acróstico sobre a história "A Menina do Mar".

A historia fala de um rapaz e uma


Menina pequenina.

Ela

Não sabia o que lhe

Ia acontecer. Uma

Nova amizade estava

A espera dela.


Das rochas espreitava um menino.

O menino aproximou-se e pegou na


Menina. Ela pedia socorro e gritava:

Ajudem,ajudem,ajudem... Na

Rocha o rapaz acalmou-a e ficaram amigos.

A Floresta


A Floresta foi um livro lido pelo Ricardo. Por ter gostado da história conta-nos o que acontece nesta obra de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Era uma vez uma menina chamada Isabel que vivia numa casa muito grande. O seu melhor amigo era o jardineiro. Ela ajudava-o e o jardineiro levava-a aos sítios onde ela não podia ir pois a porta estava trancada. Um dia, ela tinha feito uma casinha para anões mas pensava que não existiam. Quando acabou de fazê-la, pegou nela com cuidado, meteu-a no cestinho que ela tinha e colocou-a no jardim. Quando deu por ela, ouviu duas vozinhas a chamá-la. Eram os primos. Ela com medo que eles estragassem a casinha, meteu-a no cesto e escondeu-a. No dia seguinte, acordou cedo para ver se na casinha estava lá o anão e estava. Ela ficou contente, mas teve medo de o acordar e esperou. Quando o anão acordou, ficou com medo dela mas a Isabel disse-lhe para não se assustar. Então fizeram um acordo. Esse acordo era que a Isabel o deixava ir embora e depois ele voltava. No entanto, não voltou. A Isabel esperou a manhã inteira até que a chamaram para almoçar. Isabel a chorar gritou: "Anão, eu vou almoçar mas já volto". Depois, voltou para o jardim e não o viu. Irritada disse: "És um mentiroso!" Logo de seguida, caiu-lhe uma bolota em cima da cabeça. Olhou para cima, era o anão. Ele desceu da árvore e disse furioso "Eu nunca falto ás promessas! Vês, eu estou aqui!" Ela pediu-lhe desculpa, conversaram e ficaram grandes amigos.

sábado, 14 de novembro de 2009

Menina do Mar

A Menina do Mar é uma obra tão rica de significado que inspira quem a lê. Aqui está o fruto do trabalho e inspiração dos meninos e meninas do 5ºA. Parabéns!



sábado, 7 de novembro de 2009

A Menina do Mar



(Desenho realizado pelo João Monteiro)

Era em todas as aulas de Português que eu e a minha turma líamos um pouco da história de "A Menina do Mar". A autora é Sophia de Mello Breyner Andresen.

Se me permitem, deixem-me contar-vos de que falava esta história …

Essa história é muito bonita. Falava de um menino que vivia numa grande e bonita casa branca. Ela ficava à beira da praia e tinha um bonito jardim.

Ele, muitas vezes, ia nadar e quando se lembrava de que tinha de ir para casa, ia.

Um dia ele descobriu, por entre as rochas, uma menina, um polvo, um peixe e um caranguejo a rirem à gargalhada. No princípio, tudo parecia correr mal mas depressa se tornaram grandes amigos; divertiam-se imenso.

Porém, um dia, tiveram de se separar.

O menino esperou, esperou, esperou … até que chegou uma gaivota e lhe atirou um frasco com um líquido. De seguida, apareceu um golfinho que o levou até à Menina do Mar. O golfinho disse-lhe para beber o que estava no frasco e ele tornou-se um “Menino do Mar”.

Diana Nunes 5ºA nº7

E depois do bonito texto escrito pela Diana, apetece sugerir um passeio este fim de semana. Porque não conhecer o Sea Life do Porto?




Podem obter informações aqui, no site do Sea life.
Em jeito de apresentação deixo-vos um pequeno filme sobre este oceanário.



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A Menina do Mar

A Menina do Mar é uma fonte de inspiração. Vejam só o filme realizado pela Biblioteca da nossa escola com base em trabalhos elaborados por alunos da escola.

sábado, 17 de outubro de 2009

A MENINA DO MAR


(Imagem retirada daqui)


"Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa havia um jardim de areia onde cresciam lírios brancos e uma planta que dava flores brancas, amarelas e roxas."

Este é o início da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen, "A Menina do Mar". Esta é a história de uma menina que conheceu um menino de quem se tornou amiga. Mas, há sempre um mas, nem ela podia viver em terra, nem ele podia viver no mar. Terrível dilema para estes amigos...Como resolveram eles este problema?


Se não tiveres paciência para esperar pela leitura da história na aula de Língua Portuguesa e quiseres saber o que aconteceu podes ler ou ouvir a história aqui e aqui.

Sophia de Mello Breyner Andresen disse a respeito das suas história infantis:

"Os meus contos infantis surgiram quando os meus filhos tiveram sarampo e tinham que estar quietos. Eu tinha que lhes contar histórias e comecei a ficar muito irritada com as histórias que lia. Primeiro com a linguagem sentimental, com a linguagem « ta-te-bi-ta-te», etc. Então comecei a contar histórias a partir de factos e lugares da minha infância ( sobretudo lugares). Por isso a primeira que apareceu se chama A Menina do Mar."

Conhece mais acerca desta escritora clicando aqui.