Esta é uma adaptação do conto " A Semente de Papoila" de Luísa Ducla Soares. Vale a pena ver!
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
A sementinha
Esta é uma adaptação do conto " A Semente de Papoila" de Luísa Ducla Soares. Vale a pena ver!
Na biblioteca encontras um livro com um tema semelhante. É um livro do escritor Alves Redol com o título " A Vida Mágica da Sementinha".
domingo, 10 de janeiro de 2010
Peguei na Serra da Estrela
O poema de Luísa Ducla Soares "Peguei na Serra da Estrela" (que pode ser lido aqui) dito pelos alunos do 5ºA.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Glin glin
A Diana trouxe a lenga-lenga Glin glin recolhida pela escritora Luisa Ducla Soares.
Glin-glin, que tens ao lume?
Glin-glin, tenho papas.
Glin-glin, dá-me delas.
Glin-glin, não tenho sal.
Glin-glin, manda-o buscar.
Glin-glin, não tenho por quem.
Glin-glin, por João Branco.
Glin-glin, não pode, está manco.
Glin-glin, quem o mancou?
Glin-glin, foi um pau.
Glin-glin, que é do pau?
Glin-glin, o lume o queimou.
Glin-glin, que é do lume?
Glin-glin, a água o apagou.
Glin-glin, que é da água?
Glin-glin, o boi a bebeu.
Glin-glin, que é do boi?
Glin-glin, foi moer o trigo.
Glin-glin, que é do trigo?
Glin-glin, a galinha o comeu.
Glin-glin, que é da galinha?
Glin-glin, foi pôr ovos.
Glin-glin, que é dos ovos?
Glin-glin, o frade os comeu.
Glin-glin, que é do frade?
Glin-glin, foi dizer missa.
Glin-glin, que é da missa?
Glin-glin, já está dita.
Glin-glin, que é da campainha?
Glin-glin, está aqui! Está aqui!
Já repararam como esta lenga-lenga é parecida com a que o Rui aprendeu com a avó?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Luisa Ducla Soares
Na aula de hoje lemos o poema de Luisa Ducla Soares "Peguei na Serra da Estrela". Neste poema, a autora brinca com as palavras, mais precisamente com as palavras homónimas. Lembram-se?
Este poema foi retirado do livro "Poemas da Mentira e da Verdade". Podem ler mais poemas engraçados como este, aqui.
Peguei na Serra da Estrela
para serrar uma cadeira
e apanhei um nevão
numa serra de madeira.
Com as linhas dos comboios
bordei um lindo bordado,
quando o comboio passou
o pano ficou rasgado.
Nas ondas do teu cabelo
já pesquei duas pescadas.
Olha para as ondas do mar,
como estão despenteadas.
Guardo o dinheiro no banco,
guardo o banco na cozinha.
Tenho cem contos de fadas,
que grande fortuna a minha.
Com medo que algum ladrão
um dia me vá roubar,
mandei pôr na minha porta
três grossas correntes de ar.
Encomendei um cachorro
naquela pastelaria;
quem havia de dizer
que o maroto me mordia?!
Apanhei uma raposa
no exame e estou feliz:
vejam que lindo casaco
com a sua pele eu fiz.
Entrei numa carruagem
para voltar à minha terra,
enganei-me na estação
e desci na Primavera!
Este poema foi retirado do livro "Poemas da Mentira e da Verdade". Podem ler mais poemas engraçados como este, aqui.
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