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Zeca Afonso foi um cantor que, com as suas canções, falou do que estava mal. Por isso, esteve preso, foi torturado.
Ouve uma das suas canções.

O Joel representou a nossa escola no Concurso da RTP “Lê, escreve, acerta e ganha”. Leiam a descrição que ele faz da sua participação.
"Era um dia normal. Eu ia para a minha última aula que era Música. Até que… a minha professora de Português me viu e me deu a notícia que eu e mais dois alunos da minha escola íamos a um concurso da televisão que se chamava “Lê, escreve, acerta e ganha” que ia dar na RTP2 e na RTPI, já na semana a seguir. Eu fiquei muito contente com aquela notícia tão boa.
Mais tarde, a minha professora de Inglês deu-me o texto do concurso. Cada vez estava mais entusiasmado por ir à televisão. A minha professora de inglês, também, me mandou por e-mail as regras, como é que o concurso funcionava e as provas do concurso.
Eu estava muito excitado.
Poucos dias antes do grande dia, eu conheci os meus companheiros de equipa do concurso (a Inês, do 6º B e o Guilherme do 5º B), na biblioteca da escola. Também foi lá que nós e uma professora de cada participante treinámos realizando algumas provas do concurso como por exemplo a soletrar, a rimar, … e também escolhemos o nome da equipa que era “Pequenos Músicos”.
Finalmente, tinha chegado o grande dia. O táxi que nos levava à RTP, em Vila Nova de Gaia, estava na escola às 13:30 e, como só terminávamos as aulas às 13:25, tivemos que sair mais cedo.
Quando chegámos à RTP, cumprimentámos os nossos adversários e fomos vestir as camisas. Tivemos conhecimento que já não ia haver prova de soletrar. Logo depois, fomos maquilhar-nos para não haver reflexos. Puseram-nos pó de talco, baton de cieiro e arranjaram-nos o cabelo.
Tinha chegado a hora. Estiveram a explicar-nos melhor como é que o concurso funcionaria.
A minha equipa e a dos nossos adversários sentaram-se nos bancos indicados e começou a gravação. A minha equipa esteve sempre à frente até que chegaram as rimas onde a equipa adversária nos ganhou. Embora a minha equipa tivesse ganho a prova de leitura acabámos por perder.
Apesar de ter perdido foi um dia muito divertido! "

Hoje, dia 1 de Dezembro assinala-se a restauração da Independência de Portugal. Falecido o cardeal-rei D. Henrique, em 1580, sem ter designado um sucessor, Filipe II de Espanha, neto do rei português D. Manuel I invadiu Portugal e submeteu-o a 60 anos de domínio. Foram três os reis espanhóis que governaram Portugal entre 1580 e 1640 – Filipe I, Filipe II e Filipe III. A capital do Império passou a ser Madrid e Portugal foi governado como uma Província espanhola... (in RBEP)
Podes ler mais sobre este acontecimento aqui e ouvir o Hino da Restauração aqui.
Peguei na Serra da Estrela
para serrar uma cadeira
e apanhei um nevão
numa serra de madeira.
Com as linhas dos comboios
bordei um lindo bordado,
quando o comboio passou
o pano ficou rasgado.
Nas ondas do teu cabelo
já pesquei duas pescadas.
Olha para as ondas do mar,
como estão despenteadas.
Guardo o dinheiro no banco,
guardo o banco na cozinha.
Tenho cem contos de fadas,
que grande fortuna a minha.
Com medo que algum ladrão
um dia me vá roubar,
mandei pôr na minha porta
três grossas correntes de ar.
Encomendei um cachorro
naquela pastelaria;
quem havia de dizer
que o maroto me mordia?!
Apanhei uma raposa
no exame e estou feliz:
vejam que lindo casaco
com a sua pele eu fiz.
Entrei numa carruagem
para voltar à minha terra,
enganei-me na estação
e desci na Primavera!
Atraente
Muito divertida
Engraçada
Nada bem
Inteligente
Notável
Amorosa
Doce
Óptima dançarina
Muito
Amiga do
Rapaz

A história fala de um
Menino que vivia numa casa branca com sete janelas
E um bonito jardim. Ficava voltada para o mar,
Num grande rochedo. Ele
Ia quase todos os dias à praia.
Num dos passeios, ouviu gargalhadas e foi espreitar. Viu
A menina, um polvo, um peixe e um caranguejo que estavam a brincar.
De seguida,
O menino decidiu intervir e pegou na
Menina. O polvo o caranguejo e o peixe começaram
A chorar e tentaram defender a menina. Depois de tudo esclarecido,
Riram à gargalhada, a brincar!
A historia fala de um rapaz e uma
Ela
Não sabia o que lhe
Ia acontecer. Uma
Nova amizade estava
A espera dela.
Das rochas espreitava um menino.
O menino aproximou-se e pegou na
Menina. Ela pedia socorro e gritava:
Ajudem,ajudem,ajudem... Na
Rocha o rapaz acalmou-a e ficaram amigos.

A Menina do Mar é uma obra tão rica de significado que inspira quem a lê. Aqui está o fruto do trabalho e inspiração dos meninos e meninas do 5ºA. Parabéns!
Era uma vez dois irmãos. Um chamava-se João e a irmã Ana. Conheciam um velho sábio. Chamava-se Orlando.
Orlando construiu uma máquina que dava para viajar ao passado.
Os dois irmãos e o velho Sábio aventuraram-se e viajaram dez séculos para o passa
do. Foram ter a Coimbra pois era lá que o rei D. Dinis se encontrava.
Passaram mais de um dia à procura do castelo, por isso tiveram que dormir num convento feito de madeira.
No dia seguinte, quando se levantaram, saíram do convento e à sua frente viram o rei D. Dinis a mandar secar um pântano, pois os falcões iam lá para o meio.
Quando iam até ao castelo, o rei D. Dinis já ia embora, por isso, tiveram que ir de «cinto», outra invenção do sábio. O «cinto» fazia-os aparecer mais de um quilómetro à frente.
O João viu um falcão, foi a correr atrás dele porque pensava que ia receber uma grande recompensa do rei. Só que o falcão voou para muito longe e o João caiu no pântano.
Ele ia morrer afogado mas uma bruxa que ia ser condenada salvou-o, atirando-lhe uma vara. Por esse gesto tão bonito da bruxa, o João, a Ana e o Orlando levaram-na de «cinto» para Coimbra onde ficou, salva.
Finda esta aventura, os três amigos voltaram para casa.
Joel Moura 5ºA
Era em todas as aulas de Português que eu e a minha turma líamos um pouco da história de "A Menina do Mar". A autora é Sophia de Mello Breyner Andresen.
Se me permitem, deixem-me contar-vos de que falava esta história …
Essa história é muito bonita. Falava de um menino que vivia numa grande e bonita casa branca. Ela ficava à beira da praia e tinha um bonito jardim.
Ele, muitas vezes, ia nadar e quando se lembrava de que tinha de ir para casa, ia.
Um dia ele descobriu, por entre as rochas, uma menina, um polvo, um peixe e um caranguejo a rirem à gargalhada. No princípio, tudo parecia correr mal mas depressa se tornaram grandes amigos; divertiam-se imenso.
Porém, um dia, tiveram de se separar.
O menino esperou, esperou, esperou … até que chegou uma gaivota e lhe atirou um frasco com um líquido. De seguida, apareceu um golfinho que o levou até à Menina do Mar. O golfinho disse-lhe para beber o que estava no frasco e ele tornou-se um “Menino do Mar”.
Diana Nunes 5ºA nº7
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